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Ele parou numa esquina deserta, Decerto já se passara muito tempo, Ali passara sorrindo. Num deserto agora vivia, Ao certo não importa-lhe quantos há quantos dias, se apaixonou por uma dançarina, mas não podia tÊ-la...NUnca em uma redoma de vidro retê-la, Nem gaiola poderia dar-lhe Ela vivia em liberdade. e de liberdade ele vivia. Acendeu ali mesmo um baseado, e saiu correndo rumo ao viaduto; Suspense. Onde Carlos Drummond escreveu poemas, se sentou, DO alto do arco do viaduto ele pra o mundo gritou Ele sabia aquela história, em glória ali escreveu. O nome dela e o seu...
Escrito por Huberth Allan às 23h08
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