Miragem
EU a vi duas vezes em minha vida. A primeira numa noite de batalha, Armada apenas com seu olhar... Ela me olhou e me despiu com seus olhos, roupas, carne, ossos, alma, espírito. Ela me arrancou o que quiz levar, promentendo uma volta um dia, quando em guerra novamente eu estivesse. NA derradeira vez que a vi, numa outra batalha, dias depois, Eu a descobri imensa. Sob o Sol minhas fumaças coloridas, Tentando dizer-lhe que dali eu fugiria, que a tudo abandonaria... SOb o SOl, minha voz ainda rouca, tão pouca, Se fez grande, um grito pra tudo despertar... MAs o que eu queria era dormir, dormir, dormir. Um sono enorme, mesmo que eu não queira adormecer. POr que ela, eu sei, era miragem. POsso ver, posso saber, MAs não posso tocar. 16 de Agosto de 2009.
Escrito por Huberth Allan às 00h44
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