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Ela era como um caracol, uma caixa, uma casa vazia e trancada... em volta nem todas as coisas são cinzas. Ela escrevia hai kais na parede do quarto, e nunca usava biquinis ,corpo todo coberto, num Sol de verão de rachar. Ele parecia-se com um ogro cruzado com Einstein, Cara de tolo, incrível coração de dragão. Se encontraram então no parque da cidade,.... LEmbrando a música do poeta, MAs não se viram, nem sequer se olharam.... POderiam ter sido... POderiam.... Presente do passado do pretérito imperfeito.(PEnsaram juntos ) um abismo entre as almas, um silêncio, uma solidão. E a Afonso Pena com seus semáforos e seus relógios marcando uma hora qualquer.
Escrito por Huberth Allan às 12h11
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