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Sou todo um equívoco, minha própria mentira, atira pedras e as merece depois... Sou a cara do farsante, querendo ser herói, um mito indigente, na loucura de uma avenida principal... Sou eu que quero meu bem,... Sou eu quem crio meu mal.
Escrito por Huberth Allan às 21h35
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