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Uma cotovia voando pela via errada, Viu, estupefada, a fada nas asas de um corcel... Um pombo correio atado a uma correia corria com medo De um vendaval... Ventava, tão forte q o corte na cara do cara descolou... Causando ao homem imensa alegria, Deu bom dia, E no vento sem medo se mandou...
Escrito por Huberth Allan às 19h14
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Meu amigo azul anda em outro mundo, Indaga-me o pequeno astuto, COmo pode caber ali? Vive anônimo aos olhos alheios, penso às vezes q escolhe, Ao val improviso, uma a uma, As criaturas a quem vem perguntar... Oi, voCÊ sabe o meu nome? Eu sou Pensamento Nas asas do ar....
Escrito por Huberth Allan às 19h04
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Andas então em outras frases Transforma o pão em pensamento E terás o teu Ser preenchido com a glória, Num grande auto-esquecimento Qual serás tua sorte, meu amigo... Observo, apático, porém atento
Escrito por Huberth Allan às 19h02
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Minhas inexatas pegadas ficaram andando em círculos... Circulo agora notas escritas à lapis num extenso balbuciar... Eu, perdido nesse breu, quase completamente escuro, ME sinto seguro... Sou eu meu avatar.
Escrito por Huberth Allan às 19h00
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Q eu seja metade você, você metade eu... Uma cara rompendo em histérico riso, E de tanto rir, chorar... Semear linda semente ao vento... Boa nova comer...Velha guarda dançar... Centauros...Metade intelecto...Uma metade canta... A outra metade quer cavalgar... Meu corpo inexiste, sou pensamento... Arranque palavras de minha cabeça, pra novas palavras em minha boca brotar...
Escrito por Huberth Allan às 18h59
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Até a alma, meu amigo, às vezes se marca com ferro quente... Cabe saber fazer um que com a dor e transcender... Se assim não for, nos valeu de nada a insana experiência... Pois não se chora só de fome, de raiva , ranço, medo, riso, loucura ,rancor, sofrer... Eu queria ter um contagotas de alegria, Pra em minha utopia, todo dia mil gotas gotejar... Eu queria ter um copo de esperança, Beberia nele desde criança, tendo certeza do que iria me chegar... Mas eu bebo na cuia mesmo, em doses homeopáticas um veneno, A herança deste mundo ávido por precauções, Terno ,gravata... dinheiro e lamentações... Então marquei minha alma, Não quero mais isso tudo... Agora procuro no mundo vagando, vagabundear...
Escrito por Huberth Allan às 18h57
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ME insira em seu disquete de usual usuário, Anote meu nome na sua agenda de traficante virtual... E então me fale em travalínguas quem tem quem em conquem... Pertenço,pertences ao perturbado poder... Palavra, mais q meio de comunicação...
Escrito por Huberth Allan às 18h56
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Quis acreditar que por detrás das gélidas paredes erguidas ao meu redor, pudesse haver colo. Mas não pra minha matéria, mas pra aquilo que bombeia a artéria. Um luxo para meu lixo. Quis acreditar ue o ser humano, é humano, ao se diferir. De não ter medo de lidar com sua própria doença. De encarar suas falhas, mas ter coragem o suficiente, para em ereta postura, gritar que sou sim, mais um ponto de luz no manto de brêu ue nos faz cobertor. Quis um pedido de ajuda. Porque ninguém sabe a dor de ser prisioneiro de teus prórpios sonhos, e ainda, abandonado em zoológico partiular, que apenas mama a verba de um "bom samaritano" parlamentar. NÃO VARRA A POEIRA PRA DEBAIXO DO TAPETE. e com mais sete dos sete anos que passam, meu eu lúdico, se faz em palavras que cruzam. E que cruzaram com a sua.....
DAGOBERTO...Um trecho de um poeta de algum lugar
Escrito por Huberth Allan às 09h26
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Os pensamentos passam como pequenos diabos às vezes... Envolvidos em nuvens de fumaça, Recitam cançonetas reluzentes, Entre os dentes...Fazem arder o ego a palavra, Quando na boca atropelados, vêm se estatelar... Agora de fora do ser q os vomita, Quer saltar a janela, tomar forma, ganhar vida, Voar...Voar...
Essa aí foi inspirada por um amigo azul dentro ...Ah deixa p lá.Vc num vai acreditar mesmo...
Hubeblues...
Escrito por Huberth Allan às 09h19
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