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Misturar-se a que quando o frasco está vazio,
E em um jarro guarda-se o cio,
Pra ninguém dele beber?
Só, o solo sozinho consigo alcançar,
Borboleta sem par,
Vagando em meio a flores, sem o polén que encontra querer.
Eu não me contento com o pouco,
Profeta de poucos,
Um riso consigo arrancar...
Mas sem tua presença,
eu não sei o que é bom...
Triste vazio sem ar...
MAs hei de teu olho ver de novo,
Quando eu nascer do ovo,
Serei passarinho colorido...
Meu corpo despido,
Meu mundo primeiro,
Serei só asas,
No seu ruflar...
Centauro galopante,
Ser cantante,
Instrumento de cordas, de sopro, de batucar.
Huberth Allan
A sobriedade, em meus passos não ...
Escrito por Huberth Allan às 01h15
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Quem tem a sua direita o arlequim,
Dança a dança sagrada pra mim,
E se esfola com prazer em meu corpo,
Ela sem juízo e eu muito louco...
Quem exalta a bondade de nada em troca pedir,
Sabe q quando num instante eu sumir,
Serei apenas um pensamento ,
Como uma gaivota...
Ela covarde e eu idiota.
Escrito por Huberth Allan às 01h07
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Meu rosto feio atrai em meio a tantos outros rostos feios,
E assim sou bonito,
Desprezável carne em meio a outras coisas de real valor.
Meu corpo seco é seco de tantos pecados;
Contra mim mesmo planto dor...
Meu ego egoísta respira melhor assim,
Sem piedade nenhuma de mim.
Huberth Allan
Escrito por Huberth Allan às 01h04
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