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O hipnotizado segue, Os olhos não vêem o mundo... Surdo, golpeia os postes com o rosto, Sorrindo como um louco à toda gente, em toda esquina. O hipnotizado sofre, A dor nas entranhas que só o amor pode causar, A insônia, a vontade de sair correndo, Ir ao encontro do que nunca antes viu, Nunca antes ousou olhar... Vive agora, adorando uma fotografia, Esperando que como do céu, Tal anjo o venha saudar... Anda pelo mundo, canta como um louco, Perde o ar...
Escrito por Huberth Allan às 14h17
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O som vem aos meus ouvidos. Ourives lapidando cada nota, em seu perfeito tilintar... Eu , o Poeta louco, ouço as vozes os timbres, seu seguro cavalgar... Descompassado coração, meu covarde amigo, Quase para ao te sentir, Divina Musica... A voz de um negro Mandingá, ouço chorando à voz de um tambor... Quem te ensinou yorubá, oh velho Negro, Foi oh Nãnã, ou mama, ou um gigante Baobá? MAndingueiro véio, VÈio GriÔ...
Huberth Allan
Escrito por Huberth Allan às 02h04
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