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Meu abismo aberto à força por mim mesmo,
revela o quão frágil me mostro agora...
Sinto sua falta,
Como se você fosse um espinho arrancado de meu caule...
Quero tua companhia...
Rastejo então...
Meu pecado é sempre ser hostil quando não há hostilidade.
E não sentir , não entender,
que diferentes, somamos um mesmo numero,
mil vezes,
tentando nunca mais se machucar...
Eu sou o poeta louco,
A flor engolida,
O ego Dantesco,
A dor, a ferida...
Eu queria ser diferente, mas me sinto igual...
Eu quero te dar meu melhor,
Mas me afundo no meu próprio mal...
Escrito por Huberth Allan às 18h48
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