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De vermelho me pinto pra uma nova guerra, de um outro tempo, por uma mesma velha razão.
Eis que os reis apodrecem, no calor se refrescam no frio se aquecem,
Esquecem de tudo que sofrem teus escravos, toda a sua nação.
Eis que nos deixam surdos, cegos e quase sempre mudos; mas agora que alguns já podem gritar,
E a todos que dormem, tentar acordar,
GRITO, MEU GRITO É ROUCO, NÃO IREI ME CALAR DIANTE DE TAMANHA TRAIÇÃO!
Pois aqueles que vieram pra nos salvar se venderam, nos colocaram preço, querem nos vender.
Já deram às águias nossas matas, nosso orgulho, nossa força, nossas águas,
Já não temos nada, nem o direito SAGRADO de algo aprender.
Se querem então nos tosar a tal preço, sem asilo, nos deixar em desprezo,
Verão então o que um covarde pode fazer.
Mil covardes que acreditam ganham uma guerra, partem juntos ao meio a terra,
Juntos se tornam guerreiros,imbatíveis em seu dever.
Agora clamo ao meu exército - LEVANTA!
Eu também tenho um nó na garganta,
Medo e vontade, isso me faz me mover.
A guerra irá se travar em campo estranho, Planalto de sonhos distantes e utópicos memorandos
De que alguém viria pra ao nosso lado estar.
Mas ele agora vendido, tornou-se fraco, mentiroso, traidor e impreciso,
Ao nosso lado não pode mais estar.
Ele que saiu do nossa prole, de nossa tão casta tribo,
Anda agora com Ianques, assassinos, terroristas e envergonha os acordados- e a eles só resta lutar
Eis que então marchemos todos juntos, com as armas em punho,
Se é o que querem aqui a derrota irão achar.

Nosso governo agora além de nos vender, quer nos enfraquecer a tal ponto que propõe uma reforma universitária que extingue de forma disfarçada a universidade pública, que é um direito conquistado e que nunca deve nos ser negado. Porque não criar mais campus ao invés de criar crédito emfaculdades dos tubarões do ensino?
Agora, além de mais pobres, querem nos deixar burros?
Organize-se e Lute!
Viva a revolução!
Escrito por Huberth Allan às 19h02
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